estradas perdidas

Atrás de casa, encoberta por tufos de erva daninha, silvas e bidões abandonados, o comboio de janelas iluminadas vinha das Quintãs e silvou depois do túnel em curva, em direcção a Aveiro. Ali ao lado há uma estrada, a minha primeira estrada. Mulheres e homens cruzam-na impelindo teimosamente os pedais das bicicletas. Junto à vitrine de um pronto-a-vestir lê-se "Modas Katita". De uma taberna, saem dois homens que se dirigem para duas Famel-Zundapp. Estrada perdida.

2009-07-26

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2009-02-07

 
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2009-02-06

 
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2009-02-05

 
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2009-02-02

 
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2009-01-27

 
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2009-01-26

 
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2009-01-25

 
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2009-01-24

 
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2009-01-23

 
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2009-01-01

2009

2008-12-31

2009

2008-12-15

2008-11-17

ESPERANÇA NUM MUNDO MELHOR



Out here the nights are long the days are lonely
I think of you, and, I’m working on a dream
I’m working on a dream
Now the cards I’ve drawn is a rough hand darlin'
A straight and I'm back in.... and I’m working on a dream
I’m working on a dream, I’m working on a dream,
Though sometimes it feels so far away
I’m working on a dream, and I know it will be mine someday
Rain pouring down I swing my hammer
My hands are rough from… working on a dream
I’m working on a dream I’m working on a dream,
Though trouble can feel like it’s here to stay, I’m working on a dream,
Well our love will chase the trouble away I’m working on a dream,
Though it can feel so far away I’m working on a dream,
Our love will make it real someday
The sun rises up, I climb the ladder
A new day breaks and… I’m working on a dream
I’m working on a dream I’m working on a dream
I’m working on a dream Come on.... I’m working on a dream,
Though it can feel so far away I’m working on a dream,
Our love will make it real someday I’m working on a dream,
Oh it can feel so far away I’m working on a dream,
And our love will make it real someday

2008-09-15

casa do Xico Rouxinol

2008-09-14

PORTUGAL A PÉ

Estou no Portugal a Pé (http://portugalape.blogspot.com/) e sem tempo para postar aqui.

Abraços

Nuno

nunocountry@gmail.com

2008-08-20

2008-06-17

UMA TARDE COUNTRY APRESENTA

NANCI GRIFFITH, JIMMY MARTIN, LUCINDA WILLIAMS,THE MAVERICKS,DWIGHT YOAKAM, BUCK OWENS, MATRACA BERG,BONNIE RAITT, JOHN PRINE, CHRIS KNIGHT,JOHN MELLENCAMP, CARLENE CARTER, EMMYLOU HARRIS E MARTINA MCBRIDE




UMA TARDE COUNTRY

SÓ MAIS UM COPO



"JUST ONE MORE"

Put the Bottle on the Table
Let it Stay there Till I'm not Able
To See your Face in ev'ry Place that I Go
I've been Sitting here so Long
Just Remembering that you are Gone
Well, One More Drink of Wine
Then if you're Still on my Mind
One Drink, Just One More and then Another

I'll keep Drinking, it won't Matter
I'll just Remember that I Once had Her
I don't Know why I Sit and Cry ev'ry Day
I've been trying to forget, But I Havent Stopped it Yet
Well, One More Drink of Wine
Then if you're Still on my Mind
One Drink, Just One More and then Another


Put the Bottle on the Table
Let it Stay there Till I'm not Able
To See your Face in ev'ry Place that I Go
I've been Sitting here so Long
Just Remembering that you are Gone
Well, One More Drink of Wine
Then if you're Still on my Mind
One Drink, Just One More and then Another
"A vida é o que te está a acontecer enquanto estás a fazer planos para outra coisa qualquer"
Sam Shepard, "O Grande Sonho do Paraíso"

ALGARVE A PÉ

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Silves, Março de 2008
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Chico "Cadela", Silves
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Silves, Março de 2008

2008-06-14

pastor 1

Silves, Março de 2008

ALGARVE A PÉ IV

Chegara a Silves- a pré-histórica, a romana, a mourisca, ex-capital do Algarve e da cortiça, pela ponte velha- um pé elástico na perna direita, a mochila aos bamboleios, o cabelo em desalinho, irritado com a corrida insensata das viaturas contra os sinais de abrandamento da velocidade. Procurara abrigo numa tasca tristonha a tempo de assistir a um indivíduo de plástico na cabeça a saír de garrafa sumol cheia de vinho branco debaixo do braço. “Aguardente de medronho?”, perguntara-me a dona em azedume, “isso é muito caro. Você não vai querer pagar dois euros pela aguardente...e só posso encher até aqui”. Marcou um risco com os dedos. “E vá lá que eu quero fechar...”
Depois de cirandar pelas ameias cor de chocolate do castelo e de escutar Rui, o acordeonista cego, umas cisternas e alguns achados arqueológicos mais tarde, uma visita apressada às cavalariças onde funciona a GNR local, perguntara-me o que seria preciso para alguém reparar o telhado da Sé. “Está todo desdentado. A câmara não tem dinheiro, o Estado diz que também não. Quando caír uma telha em cima de um turista estrangeiro a ver se não aparece o dinheiro”, comentava uma residente.
Farto de ouvir falar em doenças, nos últimos três falecidos na cidade e na meia da Madeleine Mcain “encontrada” na Barragem do Arade, bati em retirada de um café e refugiei-me na barbearia do Chico “Cadela”, um pedaço da velha Silves incrustado na cidade dos turistas: “O meu primeiro mestre foi o Joaquim Baião, o segundo foi o Tomé Calhau. Sou do tempo em que Silves tinha 16 barbearias, quatro equipas de futebol e muita cortiça. Trabalhava as manhãs e as tardes”. Agora, ninguém para cortar o cabelo a cinco euros ou fazer a barba a três. “Vai tudo às cabeleireiras. Já me aborrece isto. É uma vida marafada”.
Deixo Chico, aliás Francisco António, 67 anos, nascido na freguesia rural de Falacho, entregue às inquietações de barbeiro solitário- “ estou sózinho, elas só querem dinheiro”- e faço-me aos 17 quilómetros de laranjais que separam Silves de São Bartolomeu de Messines, por entre bermas quase inexistentes ou cobertas de arbustos. Escala: Taberna da Norinha, em Norinha, onde o pastor Paulo Duarte, 31 anos, enrola tabaco numa mortalha e assume as despesas da conversa. “Já trabalhei na construção mas aqui é que eu gosto de estar, no campo. Não gosta do campo?” Compro uma mini e deixo-me ficar sentado, na esplanada da Taberna da Norinha, observando os carros atravessam apressadamente a EN24 em demanda de Silves e a civilização. “Em ficando aqui, eu mostro-lhe as minhas ovelhas”, promete Paulo, o pastor.

ALGARVE A PÉ

estação de camionagem Lagoa

Estação de camionagem de Lagoa, Março de 2008

2008-06-08

ALGARVE A PÉ III

A Praia da Rocha pode ser um local bem solitário numa noite fria de Março. Que o diga Diana Rosa, uma figura esguia, os cabelos castanhos caindo sobre os ombros, de cuja voz saem clássicos de todos os tempos e estilos, canções para o jantar. A sala, uma trintena de mesas de toalhas brancas a meia luz, é de um vermelho feroz: Holofotes encarnados, músicos de camisas encarnadas, abajours vermelhos, cadeiras e guardanapos encarnados. De vez em quando, ouvem-se umas risadinhas por detrás das pesadas cortinas encarnadas e alguém espreita a sala. São as jovens do espectáculo de "celebração da mulher", "La Femme", celebrando as suas próprias vidas antes de actuarem.
Palmeiras espreitam das vidraças enormes junto às quais jantam os únicos comensais. De cada vez que Diana Rosa e os Supremos terminam um tema, abate-se sobre o salão do Hotel Algarve Casino um silêncio constrangedor.
Diana sola mais uma e uma vez. O casal abandona a sala. Ao fim de dois copos de "Romeira" tinto, abalanço-me a bater as palmas. Diana solta um "obrigado" melancólico, o primeiro de muitos porque não me cansarei de fazer "clap, clap" com a força braçal de um desesperado.
Enebriado com a regalia de um salão de casino só para mim, aplaudo os peitos redondinhos e as pernas esguias, brancas e saudáveis das dançarinas do espectáculo que uma voz masculina anuncia: "Senhoras e senhores, eis um tributo às extraordinárias, dominantes, altruístas e assertivas mulheres!"
À meia noite, ainda lá pairo, náufrago na vermelhidão do salão-restaurante, quando me apercebo que a banda só parará de tocar quando me for embora. Bato em retirada para cuidar das pernas e dos pés sofridos de uma caminhada por entre as conchas da Meia Praia, os windsurfers e apanhadores de marisco da ria do Alvor, as pedras do caminho de ferro no Vale da Lama, as laranjeiras de Figueira, o golfe da Penina, as falésias da Praia dos Três Irmãos.
Lagos, a liberal, onde assentara praça no "Three Monkeys", aquele tipo de bar onde Diana e os Supremos acabariam a cantar "Should I Stay Or Should I Go" após umas rodadas de shots e cervejas, ficara para trás há muito. A noite caíra sobre o Alvor e eu perdido entre um dédalo de moradias brancas e fantasmagóricas de um aldeamento fantasma. Pela frente, esperar-me-iam ainda rotundas e fileiras de torres vazias, um ou dois apartamentos iluminados numa vastidão de 15, 20 pisos até ao casino. "Vais dormir na praia?", perguntara-me um solitário segurança romeno saído de um contentor. A Praia da Rocha pode ser um local bem solitário numa noite fria de Março.

RUA PORTUGAL, PARCHAL

rua_Portugal_Parchal

Parchal,Março de 2008
portimão

ALGARVE A PÉ II

"Podes me dizer o que vem nessa mensagem?" A carrinha branca vinda das bandas da Barragem da Bravura acordara o vale das laranjeiras com buzinadelas frementes, de tal maneira que a gata Nina e a filhota correram rua acima acreditadas de que era o homem do peixe. Puro engano. Saíu-nos este passarão a vender roupa desde Silves. "É que eu não sei ler. Lê lá..." Caixa de mensagens, botão da esquerda, carregar ok: "hum, diz aqui..."
Pressenti o homem da camisa das riscas aberta no peito roer por dentro de ansiedade: "Leia, leia lá..." Diz que...oh embaraço... (leio em voz baixa para as mulheres não escutarem): "Oi lindo, queres vir ter comigo, se quiseres liga o 036..." O homem ri, brilham-lhe os olhos esverdeados e ao rir escancara a boca desdentada: "Eh lá, mas isso é lá de cima. Faz-me só mais um favor, apontas aí o número?
Recebera o vale perdido de Romeiras como uma uma benção depois de quilómetros de Espinhaço de Cão, uma serpente quente e crua de asfalto trepando desde Aljezur entre fatias de xisto, a monotonia do eucaliptal e o discurso desencantado dos serranos: " Se isso me continuar, abalo também. Não há trabalho. Um moço aqui da aldeia vai vender o carro e a casa. Isto em morrendo os velhos, não fica aqui ninguém", desabafara um homem junto à gasolineira de Marmelete.
Romeiras, a verde, soou-me a "Música No Coração": O som da água na ribeira, o ladrar de um cão ao longe, um galo equivocado em relação à hora do despertar, a voz de uma criança seguindo um mulher de bata vestida: "queres mais palha, queres?"
De repente, um cão chamado Tavares, um homem de foice na mão, uma mulher escondida atrás de um balcão na penumbra, um bailarico de moscas rodopiando no centro da sala branca despida. "Essas fotos são para quê? Porque é que fotografou a minha casa? E está escrevendo sobre o meu café? O senhor desculpe, acho estranho, costuma-se pedir autorização primeiro..."
Uns cem metros à frente, outro café: "Oh, aquilo é gente que desconfia de tudo". A Nina e a cria seguem a idosa de chapéu de palha enquanto esta acende o lume, corta as batatas, assa os frangos. Nina é cega de um olho mas mais atenta às carrinhas de venda que um prescrutador de baleias do Pico. À segunda é de vez, é a Renault do homem do peixe, jogando dois carapaus no cimento. "Atão Nina? Sabe bem, não sabe?"
Uns quinze quilómetros de deserto e desaguo em Odiáxere, encadeado pelos faróis dos camiões, as buzinadelas, as travagens junto aos semáforos da EN 125. No restaurante de estrada "A Choupana", todos têm pressa. "As pessoas não percebem que só temos duas mãos...", desabafa Florita, a romena. Elsa e Abel Serôdio têm urgência de comprar peixe no viveiro de Odiáxere para vender no mercado de Albufeira: "Oh mas já ninguém compra há gente. Vai tudo aos hipermercados. Isto está muito mau".
Pelas três da tarde, o comedouro, aberto desde as 5h30, esvazia como um fole. Há tempo para o assador de leitões, João Silva exibir as tatuagens e falar de Metallica e Florita e as brasileiras Marlene e Eliane adquirirem finalmente um pouco de sossego. "Poxa, estava morrendo de fome..."

2008-05-23

ALGARVE A PÉ

Chovera toda a santa noite. Carrapateira, a branca, acordou sob um céu pesado e invernal, uma corrente de água castanha a descer dos montes pelos paralelepípedos abaixo. Pensei: foi isto, o maldito alerta amarelo foi isto. Como a teimosia tem muita força e estava um pouco farto de ouvir falar em captura de perceves e polícia marítima, peguei na mochila, enfiei a roupa impermeável e debandei em direcção às dunas, decidido a atingir a praia da Bordeira pelo areal.
A primeira rasteira veio da própria ribeira da aldeia. A água lamacenta estendera-se num lago que me fez cirandar irritado pelo sapal e procurar contornar a pequena laguna pela estrada. Percebi rápidamente o mesmo que três jovens surfistas espanhois: O caminho em tábuas de madeira que desce para a praia, estacava abruptamente nas águas revoltosas da ribeira que cortavam as duas margens de areia como frágeis fatias de um bolo.
À saída da aldeia, já sob chuva torrencial, um alemão surgiu de uma reconstruída casa rural em pedra de xisto. “Vem para cá, não vais querer ir a pé com um temporal desses”, chamou, uma chaleira numa mão e um bocado de pão na outra. Apontei para a sua banca de abóboras com um cartão “vende-se” cruelmente fustigado pela ventania e respondi: “Também me parece que não vais conseguir vender abóboras hoje”. Sorriu, fechou a porta e eu continuei a minha caminhada insensata em direcção a Aljezur. Portugal a pé? Naquele momento, o termo apropriado seria massacre a pé. Deixara Sagres posta em sossego e sob um sol primaveril dois dias antes, homens a jogar boliche na praça central, surfistas de pernas espetadas no tablier dos jeeps, nómadas loiros beberricando cerveja junto a auto-caravanas.
Cruzara falésias brancas de calcário, o verde recortado dos carrascos competindo com o amarelo da perpétua, a das areias. Cumprimentara uma pastora do seculo XXI, observando as ovelhas à distância, o bordão dentro da viatura. Jogara calhaus rolados na Praia do Castelejo só para escutar o baque surdo nas águas, chutara pinhas, falara sozinho, cantara Jorge Palma no Miradouro da Barriga- “Eu venho do nada porque arrasei o que não quis em nome da estrada onde só quero ser feliz...
Agora, a caminhada não passava de um exercício insano, varrida por água e vento em revoadas. Parei à entrada da Bordeira, a pequena aldeia branca sob um dilúvio de chuva. Foi quando vi a senhora, num terraço. Um rio caudaloso descia lá de cima, das serranias e ameaçava invadir-lhe a casa. Corri. Refugiei-me no café da terra, uma ilha num oceano de água lamacenta e zangada, a tempo de ver Rafael Santos, o presidente da Junta de Freguesia: “Temos de tirar dali o Ti Chico, ‘tá acamado, tem de saír dali”. A dona do café, sempre a limpar a água com uma vassoura: “Aquilo ali, no meio da água, é um pedaço de alcatrão? Minha Nossa Senhora...”

GRANDE JUNHO

E pois é assim.
Começam os preparativos para o meu grande Junho:
Dia 21- Bruce Springsteen em Hamburgo
Dia 23- O mesmo em Antuérpia
Dia 25- Idem aspas em San Siro, Milão
Dia 27- Paris, Parque dos Príncipes

E o homem que espere por mim para o gran finale europeu em Barcelona, no Nou Camp, em Julho

2008-05-20

O MAIOR

ANGEL EYES

2008-05-19

HAPPY

2008-04-18

Danny Federici (1958-2008)

proudmary-pic2[1]

May your strenght give us strenght
May your faith give us faith

2008-04-17

João Silva 2

ALGARVE A PÉ FOTOS

comboio 3
estação cf Mexilhoeira
Bravura-Odiáxere
aljezur ponte
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Bruce Springsteen apoia Barack Obama!

Eu preferia o Boss para presidente mas está bem, sim senhor, OBAMA FOR PRESIDENT!
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2008-04-06

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2008-03-24

lonely guy bar lagos

Three Monkeys, Lagos

2008-03-20

OLIMPÍADAS COMEÇAM MAIS CEDO

2008-03-15T081724Z_01_NOOTR_RTRIDSP_2_TECH-CHINA-TIBET-INTERNET-DC

AS OLIMPÍADAS DESTE ANO COMEÇARAM MAIS CEDO, COM A REALIZAÇÃO ANTECIPADA DE ALGUMAS DAS MAIS DURAS PROVAS NO TIBETE. NA IMAGEM, O MOMENTO EM QUE ATLETAS DA DEMOCRACIA POPULAR DA CHINA ENFRENTAM NO TERRENO ATLETAS TIBETANOS. AS OLIMPÍADAS PROMETEM...A DEMOCRACIA CHINESA SEGUE DENTRO DE MOMENTOS...

PORTUGAL VIOLENTO

Portugal está mais violento...na TVI...no Correio da Manhã...um Portugal violento e sangrento à sua espera, todos os dias. Não perca as edições dos próximos dias.

2008-03-14

À ESPERA

paragem sagres
Sagres, Fevereiro de 2008

TODOS QUEREM SER CHEFES

MAN AT THE TOP SAYS IT'S LONELY UP THERE.
IF IT IS MAN, I DON'T CARE.



MAN AT THE TOP


Here comes a lawyer,here comes a cop.
Here comes a rich, here comes a car-hop.
Goin' on forever, ain't ever gonna stop.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Well, name your gun, son, shoot your shot.
Everybody wants to be the man at the top.

Now rich man, poor man, beggar man, thief.
Doctor, lawyer, indian chief.
Don't ever start to ask them why.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Well, name your gun, son, shoot your shot.
Everybody wants to be the man at the top.
All right (All right). Oh yeah (Oh yeah)
All right now (All right). Oh yeah (Oh yeah)

MAN AT THE TOP SAYS IT'S LONELY UP THERE.
IF IT IS MAN, I DON'T CARE. From the big white house.
From a parking lot. Everybody wants to be the man at the
top.

Here comes a banker, here comes a businessman.
Here comes a kid with a guitar in his hand.
Dreamin' of his record in number one spot.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Everybody wants to be the man at the top.
Well, name your gun son, shoot your shot.
Everybody wants to be the man at the top.
Say right now (All right). Say yeah now (Oh yeah)
Say right...Who's the man at the top?
Who's the man at the top, now?

Governador de Nova Iorque

O homem precisa de mudar para Portugal. Pagou 4.500 dólares a uma prostituta de luxo que também canta e tal mas, feitas bem as contas, com esse dinheiro em Portugal arranjavam-lhe um coro inteiro...Otário! Bexigoso! Ainda por cima és careca! E dizes que estás muito arrependido, arrependido por fora, por dentro estás todo contente...22 aninhos, cantora, ganda manganão!

2008-03-09

Onda de violência de dois metros e meio

Portugal está muito violento. Acho que vou mudar para o Rio de Janeiro.